Gestão estratégica de Facilities no século XXI: importância e desafios
Luz, ar, sons, cores, móveis, fluxo das pessoas, disposição do local e dos equipamentos. Às vezes, nem nos damos conta da importância do arranjo de tais coisas, que são resultado da gestão de Facilities ou gestão de Facilidades. Ordenamento este que vai além da harmonização dos elementos ao nosso redor, chegando ao trânsito, iluminação das ruas, distribuição dos prédios, entre outros aspectos.
Mesmo sem disciplinas específicas nas universidades (com exceção de alguns poucos cursos de extensão), a gestão de Facilities (Facilities Management) vem ganhando importância enquanto disciplina desde a década de 1970.
Hoje, no contexto de uma sociedade mais individualista e materialista e, ao mesmo tempo, politizada, exigente e informada, entre os novos obstáculos para o setor podemos citar: redução contínua de custos, pressão sobre os contratados, gerenciamento de energia alternativa, policiamento governamental, mudança, riscos e vulnerabilidade tecnológica, pressões da comunidade, terrorismo, novas necessidades dos empregados, logística, governança corporativa, planeta insustentável, novas habilidades gerenciais, síndrome dos edifícios e imagem corporativa.
Para realizar mudanças propostas pela gestão de Facilities, no entanto, é preciso vencer a resistência de alguns setores das empresas, que, de forma geral, ainda encararam as transformações como gastos desnecessários.
Atualmente, no Brasil, poucas empresas possuem um espaço formal para a gerência de Facilidades – função esta exercida pela área de manutenção predial através de empresas como a Hidelma Engenharia e Manutenção.
A Hidelma conta com o software ASTREIN FACILITIES para gestão de serviços e atividades de infraestrutura, desenvolvido para tornar as rotinas diárias do departamento de serviços e manutenção predial mais dinâmicas e eficientes.
27/03/09 – Conteúdo e Comunicação
Fonte de pesquisa: site Gerencia Patrimonial/artigo Robson Quinello e José Roberto Nicoletti
::Voltar |