Até meados dos anos 30, a idéia de responsabilidade social e acesso à informação de caráter empresarial não era muito bem-vinda na maioria das corporações. Temia-se que tais iniciativas prejudicassem o rendimento dos negócios.
Por volta de 1975, grandes empresas européias tornaram-se pioneiras no que foi chamado de “contabilidade social”. Uma prática que, mais tarde, seria adotada no mundo inteiro, paralelamente ao crescimento da imprensa investigativa moderna.
No Brasil, o movimento de apoio à responsabilidade social, ganhou impulso nos anos 90 – em conseqüência do surgimento de inúmeras ONGs, assim como do crescimento não igualitário dos anos do “milagre econômico”.
Responsabilidade social é o “exercício planejado e sistemático de ações, estratégias e a implementação de canais de relacionamento entre uma organização, seus públicos de interesse e a própria sociedade”.
Entre os objetivos desse planejamento estão: “contribuir para o desenvolvimento social, propiciar condições ideais de trabalho para os seus colaboradores, além de remuneração justa, capacitação profissional, realização pessoal e estímulo ao diálogo”.
Acreditando na importância de ações como essas, a Hidelma tem investido na formação de jovens de comunidades carentes.
São adolescentes de 13 a 18 anos que recebem bolsa-auxílio, vale-transporte, vale-refeição e uniforme para freqüentar cursos como o de eletricista de manutenção predial, por exemplo. E ainda têm a chance de contratação pela empresa, com todos os direitos assegurados e excelentes condições de trabalho.
Para a Hidelma, não basta oferecer os melhores serviços com agilidade e confiança, é preciso promover a responsabilidade social de forma consciente e contínua. |